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Mudança na verba de vereadores leva a ajuste no orçamento da Câmara de Feira

A medida, segundo o presidente da Câmara, foi necessária após o aumento dos subsídios e da verba de gabinete dos vereadores aprovado na legislatura passada.

Por Rafa
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
Foto: Isabel Bomfim
Foto: Foto: Isabel Bomfim

O presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Marcos Lima, anunciou que o ticket alimentação dos servidores foi reduzido temporariamente neste segundo semestre para garantir o equilíbrio financeiro e evitar demissões. A medida, segundo ele, foi necessária após o aumento dos subsídios e da verba de gabinete dos vereadores aprovado na legislatura passada.

“Houve uma mudança na legislatura passada, o aumento do subsídio do vereador. O vereador recebia bruto R$ 19 mil, passou a R$ 20 mil. O gabinete tinha um valor de R$ 27 mil, foi para R$ 50 mil. Por isso que apertamos o orçamento neste ano”, explicou Marcos Lima.

Foto: Isabel Bomfim

O presidente afirmou que, diante desse cenário, foi preciso adotar um corte pontual: “Neste segundo semestre precisou fazer uma redução no ticket alimentação dos servidores. Infelizmente, para não tirar o emprego, para não demitir pessoas, nós fizemos o cálculo e reduzimos o ticket alimentação, justamente para não ter demissão”.

De acordo com Marcos Lima, a decisão foi tomada em conjunto com a Mesa Diretiva e os vereadores. “Foi tudo no diálogo. Nós entendemos que é uma perda, a gente não quer perda, a gente quer que a pessoa cada vez mais avance, mas para não ter demissão, nós fizemos esse corte”.

O presidente descartou a possibilidade de reintegrar o valor original ainda este ano. “Este ano eu não consigo mais reintegrar esses valores, porque justamente estamos fazendo cortes para poder fechar o nosso orçamento até o final do ano. Nosso orçamento é bom, porém, com esses aumentos que aconteceram, tivemos que nos adequar”.

Marcos Lima também destacou a importância da Câmara na geração de empregos na cidade. “Hoje, a Câmara de Feira de Santana emprega mais de quinhentas pessoas. É geração de emprego local, o povo de Feira de Santana gasta em Feira, faz feira na cidade, mora aqui. Se a gente puder ampliar sempre para gerar mais emprego e renda, claro que dentro dos limites, a gente vai fazer”.

*Com informações da repórter Isabel Bomfim

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