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Museu Parque do Saber sedia encontro para discutir acessibilidade nos transportes públicos

Promovido pela Prefeitura de Feira, através da Secretaria de Mobilidade Urbana, o evento contou com a participação de autoridades e representantes de órgãos pertinentes

Por Rafa
quarta-feira, 08 de maio de 2024 às 15:43
Imagem de Museu Parque do Saber sedia encontro para discutir acessibilidade nos transportes públicos

Nesta quarta-feira (8), o Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo foi palco de um importante encontro voltado à busca de soluções para questões de mobilidade humana e acessibilidade nos transportes públicos de Feira de Santana.

Promovido pela Prefeitura de Feira, através da Secretaria de Mobilidade Urbana, o evento contou com a participação de autoridades e representantes de órgãos pertinentes, os quais conduziram palestras, debates e outras atividades.

Durante o evento, o prefeito Colbert Filho destacou a importância de garantir a segurança e acessibilidade para todos os cidadãos.

"Nós temos aqui uma pessoa que não enxerga, é um cego, que produziu e construiu um aplicativo para poder facilitar que pessoas cegas tenham acessibilidade, tenham segurança na forma de se deslocarem também. Esse é um desses exemplos", afirmou.

O Secretário de Mobilidade, Sérgio Carneiro, ressaltou os avanços tecnológicos implementados na cidade para facilitar a vida dos cidadãos.

"Nós temos hoje no governo Colbert Martins na área da mobilidade, três aplicativos pra facilitar a vida das pessoas", disse Carneiro. Ele explicou que esses aplicativos oferecem informações sobre horários e itinerários dos ônibus, além de recursos de segurança, como alertas de pânico e integração com o sistema de transporte.

Um dos destaques do encontro foi a presença de Luiz Porto, idealizador do aplicativo Cittamobi acessibilidade, que compartilhou sua experiência e os benefícios do aplicativo para pessoas com deficiência visual.

"Começou o aplicativo comigo num dia, num domingo, em São Caetano, onde eu moro, esperando um ônibus com a minha esposa, que também é cega. Ficamos lá mais de 40 minutos e naquele dia específico, em 2013, me veio a ideia, puxa, se o ônibus tivesse GPS, eu saberia onde ele está e não precisaríamos passar por isso", contou.

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