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Posse de Lewandowski marca um novo capítulo na relação entre o governo Lula e o Judiciário

Presidente Lula (PT) defendeu a Polícia Federal (PF) e negou que o governo persiga alguém.

Por Isabel Bomfim
sexta-feira, 02 de fevereiro de 2024
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Foto: Foto: Ricardo Stuckert/PR

Em discurso na posse de Ricardo Lewandowski como ministro da Justiça nesta quinta-feira (1º), o presidente Lula (PT) defendeu a Polícia Federal (PF) e negou que o governo persiga alguém. A declaração ocorre em meio a uma operação da PF contra o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que acusa a corporação e o Judiciário de perseguição política.

Lula também abordou o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou "irreal" em função da qualidade do cargo. Ele disse ter achado que Lewandowski se aposentaria após deixar o STF, em vez de assumir outro cargo público.

O presidente destacou a presença de oito ministros do Supremo na cerimônia de posse como demonstração de "afeto e reconhecimento" em relação ao novo ministro da Justiça. Lula também elogiou Flávio Dino, que deixou a pasta para ocupar uma cadeira no STF.

"Não é em qualquer momento da história que uma nação tem o direito de entregar para a suprema corte uma pessoa do Flávio Dino. E não é qualquer momento histórico que uma nação pode entregar, para ser ministro da Justiça, um homem da qualidade do Lewandowski", disse Lula.

Lewandowski integrou o STF de 2006 a abril de 2023 e agora assume o comando da pasta da Justiça em substituição a Flávio Dino. Na véspera da posse, Lula disse que combater o crime organizado é um dos principais desafios da pasta.

*Metro1

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